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AQUI E AGORA |
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PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO E ENTIDADES QUE TRABALHAM COM QUESTÕES CORRELATAS |
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Nota de Esclarecimento ao Público |
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Com relação à primeira parte da nota abaixo, tivemos resposta do Sr. Rogério Pacheco Jordão assumindo a exclusiva responsabilidade e se desculpando pela inclusão do nome do Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará no Projeto Mapas do IBASE. Segundo ele, que é o assessor de imprensa do IBASE, houve um engano na divulgação do Projeto Mapas, quando ele trocou o nome do Centro Piauiense de Ação Cultural, do Piauí, pelo Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará, do Estado do Ceará. A divulgação do Projeto Mapas que constava em página do site Pauta Social.com.br foi devidamente corrigida pelo autor e mantém uma errata com os esclarecimentos.Vide página corrigida.
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Venho a público esclarecer fatos ocorridos envolvendo o nome do Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará-CEPAC que somente agora a direção deste Centro tomou conhecimento. Navegando na internet, através do Google, localizamos uma página no site Pauta Social.com.br, datado de 30/06/2004 com um projeto coordenado pelo IBASE do Rio de Janeiro que vinha sendo realizado desde o ano 2003 (vide página), denominado Projeto Mapas onde consta o nome do Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará-Cepac, como um dos responsáveis pela pesquisa no Estado do Ceará. A nossa surpresa foi grande, porque nunca tivemos nenhum contato do IBASE, nem do Sr. Rogério Pacheco Jordão, responsável pela colocação da página em tal site. Como o leitor pode verificar, na data em que a página foi enviada ao site já havia relatório da pesquisa, e já havia se passado um ano e o nome do Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará estava ainda lá, como se o Centro tivesse realmente participação efetiva nessa pesquisa, o que nunca ocorreu. Concluímos assim, que houve uma apropriação indébita do nome do Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará-Cepac para a realização de tal proposta de trabalho. Esclarecemos que este Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará fundado no final da década de 80 do século passado já realizou atividades de pesquisa, elaboração de projetos para assentamentos, cooperativas, assessoria e capacitação, mas todas no âmbito do espaço rural, com camponeses. Esse tipo de pesquisa coordenada pelo IBASE nunca fez parte das atividades do Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará-CEPAC. Não fazemos pesquisas políticas, nem de avaliação, nesse âmbito. Além disso, um pouco antes de fundar o site A fala em Abril de 2003, este Centro havia suspendido as atividades que realizara até então, pretendendo manter apenas o espaço virtual de publicações e debates sobre a questão agrária, cultura e movimentos sociais. Seus membros continuaram trabalhando e pesquisando através de outras instituições federais e conveniadas, mas conservaram esse espaço virtual e de debate do Centro - uma forma de devolver à sociedade a experiência e conhecimento obtido com nossas atividades. Dessa forma, não houve durante este período de 2003 a 2009 nenhum financiamento público ou privado ao Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará-CEPAC, motivo pelo qual ficamos surpresos com essa inclusão indevida do nome do CEPAC-Ce nesse relatório de pesquisa. Indo ao site do IBASE verificamos que havia uma pessoa de uma entidade chamada CEPAC no início da pesquisa, que não conhecemos, e só depois ela se identificou no relatório da pesquisa exposto no site do IBASE, como sendo de uma instituição do Piauí chamada também CEPAC, mas a sigla era do Centro Piauiense de Ação Cultural. Mais uma desagradável surpresa nos veio, ao consultar o nome da instituição na internet, com a noticia de que essa instituição esteve envolvida em supostas corrupções com o governo do Piauí. Não conhecendo a instituição e nem as pessoas responsáveis por ela sentimo-nos com a obrigação de alertar as pessoas e as entidades financiadoras públicas e privadas que, CEPAC como sigla existem vários, mas Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará só existe um, que eu represento e que desde 2003 só tem funcionado como esse espaço virtual e, portanto, não pode ter recebido nenhum financiamento. Há, entretanto, pessoas com má fé utilizando o nome deste Centro e o nosso site para provavelmente conseguir financiamentos de forma indevida. Não temos como evitar isto, e por isso fazemos um alerta para as pessoas desavisadas que forem prejudicadas por pessoas mau intencionadas utilizando o nome do Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará, o qual represento. Não nos responsabilizamos por qualquer prejuízo causado por terceiros, usando indevidamente o nome do Centro ou de seus membros. Aproveitamos para chamar a atenção dos governos e entidades financiadoras, para esse novo tipo de golpe aplicado a pessoas e instituições, aproveitando o novo segmento dos financiamentos sociais e a terceirização de atividades que antes eram realizadas por órgãos do Estado ou por entidades que tinham realmente compromissos sociais. Hoje essas atividades estão sendo realizadas por empresas e ONGS que terceirizam os trabalhos do Estado e que em grande parte são fundadas para aproveitar o capital social ou os financiamentos sociais, como fariam para qualquer outro setor, mas não têm experiência e conhecimento das atividades a serem desenvolvidas. Daí utilizarem para esse fim o nome e o trabalho de instituições e pessoas que já têm trabalho e experiência nessas áreas. Recentemente a página do CEPAC-Ce recebeu comunicados pedindo empregos na área de comunicação e educação ambiental, o que não entendemos, porque não tínhamos nenhum anúncio sobre isso. E outra pessoa de Floriano no Piauí enviou um e-mail, que encaminhava também para um Sr. Jordão convidando-me para ser coordenador de uma capacitação ambiental em um programa do Mercosul. A proposta era estranhíssima, de alguém desconhecido, o que nos fez suspeitar que era alguma brincadeira ou trote. A proposta levava a um site do Governo Federal sobre educação ambiental, o que nos leva também a suspeitar que novamente estão utilizando o nome do Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará para fins ilícitos. Concomitante com esses acontecimentos sofri um assalto em casa, durante o natal. O ladrão que não vi, e que arrombou silenciosamente uma grade do apartamento pela madrugada enquanto eu dormia, era um tanto intelectual, roubou tabelas e outros dados impressos de uma pesquisa sobre assentamentos. Achou pouco e levou um notebook, que continha relatórios de pesquisa. Além do valor do notebook, ele buscava provavelmente dados e trabalhos que estavam dentro do computador, já que rejeitou outros objetos de valor na casa. No caso das tabelas e dados, ele chegou a escolher as tabelas dos estudos de caso que queria, de uma pesquisa em conclusão. Essa também, por curiosa que seja, é mais uma advertência.Os financiamentos sociais apesar de necessários, com uma terceirização pouco cuidadosa pode gerar esses efeitos colaterais, ou um novo tipo de violência: roubo intelectual.Ou seja, quem sabe faz, quem não sabe fazer e quer fazer jus aos financiamentos rouba. O que significa que temos que "ficar de olho" nos relatórios e publicações para denunciar publicamente os novos prováveis "ladrões sociais." Como dizem que os "justos pagam pelos pecadores" torço para que essa onda de neo-bandidos e aproveitadores das causas sociais não atrapalhem o trabalho de quem realmente tem compromisso e competência para realizar atividades nessa área. Por último solicito ao IBASE e à direção do site Pauta Social.com.br que esclareça essa situação. Já enviamos comunicação a essas entidades, mas até agora não recebemos respostas.
Raul Patricio Gastelo Acuña Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará-CEPAC Presidente
Fortaleza, 04 de fevereiro de 2010 |
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A FALA - www.cepac-ce.com.br |
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Espaço Virtual do Centro de Estudos e Pesquisas Agrárias do Ceará-CEPAC |
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